domingo, 22 de abril de 2007

XII Encontro Paulista de Autos Antigos em Águas de Lindóia!

AVISO AOS NAVEGANTES!!!

No próximo dia 27/04 inicia-se o XII Encontro Paulista de Autos Antigos em Águas de Lindóia.

Detalhes ==> http://www.autoshow.com.br/encontropaulista/

Prá quem tem preguiça de clicar, eu realizo esse supremo esforço prá você!!!

SEGUE RESUMÃO!!!



Programação:

Sexta-feira (27/04/07)
8h - Início
Das 8h às 18h - Feira de peças e comercialização de veículos antigos
18h - Abertura oficial do evento, seguida de coquetel de boas-vindas no Hotel Monte Real
19h - Abertura da Exposição de Colecionadores de Pequenos Objetos

Sábado (28/04/07)
8h - Início
21h30 - Confraternização – "Noite das Bolinhas", ao som da Banda Clip.
Local: Salão Real, no Hotel Monte Real

Domingo (29/04/07)
Premiação de Hots e Fibras – Apresentação destes veículos no Espaço Burle Marx Aberto os trabalhos de secretaria
8h - Início
Das 9h:00 às 13h - Avaliação dos veículos (somente veículos inscritos com mais de 30 anos)
16h - "Tarde das Damas" – Confraternização entre as Senhoras e Esposas de colecionadores vindas de várias cidades do Brasil, organizada pela SFAA (Sociedade Feminina de Autos Antigos)
16h30 - "Tarde do Boteco" – Encontro de colecionadores numa tarde descontraída, no Pub Inglês do Hotel Monte Real
21h - "Baile das Rosas" – Elegante jantar dançante alusivo ao tema, no Salão Imperial do Hotel Monte Real

Segunda-feira (30/04/07)
8h - Início
10h - Reunião da Federação Brasileira de Veículos Antigos, no salão Rubi do Hotel Monte Real
15h - Reunião – SFFA (Sociedade Feminina de Autos Antigos)
19h - Premiação – Início da premiação dos carros que mais se destacaram no evento, no Espaço Burle Marx

Terça-feira (01/05/07)
10h30 - Início
13h - Encerramento com almoço no Hotel Monte Real

http://feriadao.br.inter.net/especial.php3?cod=706


NÃO PERCAM!!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2007

New Toy on the Block

Acabei de me tornar feliz proprietário de um PONTIAC FORMULA 400 ano 1974 !


(Onde eu clico para colocar o emoticon de alegrinho? Ué, blog não tem???)

Ops... aprendi!!! é assim!


Por enquanto a viatura está parcialmente desmontada (motor fora).

Não tenho um plano definido de reforma.

Trata-se de um legítimo Pontiac, cujo chassis - 2U87T4N - corresponde precisamente ao "pedigree" da origem, ou seja ... é um Pontiac Formula 400CID 1974 4BBL V8 DUAL EXHAUST.

Ou, um automóvel esporte duas portas ano 1974 com motor V8 de cêrca de 6,6 litros (isso mesmo... seis carros mil e mais uma motocicleta das grandes...) carburação quadrijet, e sistema de escape duplo.

Eis a foto da criatura:



Mas, amigos e amigas leitores, ou antigomobilistas (afinal, só sendo amigo, ou aficcionado, prá estar lendo isto que escrevo...) a pergunta clássica é ...

E aí?

Traduzindo para o brasileirês, esse carro é um dos "primos" da grande família GENERAL MOTORS.

A GM possui várias "divisões", entre as quais, Chevrolet, Oldsmobile, Pontiac, Cadillac (para citar as genuinamente americanas) Opel, Vauxhall, Holden (respectivamente, Alemanha, Inglaterra, Austrália) entre outras divisões.

E, na época era costume um mesmo automóvel servir de base para as várias linhas. Logo, "Camaros", "Firebirds", "Cutlass", "4-4-2", Chevelles, Malibus, El Camiños e vários outros veículos compartilhavam da mesma "plataforma", assim como o "Gol", a "Parati", o Ibiza (Seat), ou ainda, Golf e Audi A3, são exemplos na Volkswagen, de veículos da mesma plataforma sob "divisões" diferentes.

Assim, na década de 1960, a Pontiac lançou o precursor do conceito "CARRO MUSCULOSO", ou seja, "Muscle Car" (pronuncia-se Mãssal car !!! o "c" é omitido), que era o legendário PONTIAC GTO.

Falando em "pronúncia", assim como "muscle" pronuncia-se "mãssal", também é bom lembrar, que PONTIAC se apronuncêia ... "PÔNIÁC" (omite-se o T).

E, Pontiac era o nome de um chefe índio norte-americano, que conduziu um cêrco à cidade de Detroit (que seria mais tarde considerada a capital mundial dos automóveis).


E a simplicidade do "esportivo" Pontiac GTO, consistia em utilizar um carro de passeio compatível, por eles considerado "compacto", o TEMPEST (da própria linha Pontiac) e vendê-lo com um motor muito FORTE (daí o "musculoso").





Vejam a seguir uma foto do "TEMPEST" ano 1963, ainda no conceito "carro familiar":









E agora, o "Tempest", mas já na sua nova caracterização GTO:







Então... para hoje já está de bom tamanho, pois a história vai longe...






Seguem fotos de PONTIACS FORMULA já restaurados e com visual "ok", para dar idéia de um projeto de restauração finalizado:










Este é um legítimo Pontiac Formula 400 1974 na cor marrom (arghhh) e o meu é na cor "dourado" (mais arghhhh ainda!!!)









Pontiac Formula 400 1974 na cor verde (já está melhorando...)










Azul!!! Já estamos indo no caminho certo...










Opa!

Mais azul ainda!!!

Este é um automóvel é um PROJETO DE RESTO-MOD
essa foto é ANTES DE COMEÇAR O TRABALHO DE RESTAURO-MODIFICAÇÃO!!!

O Formula aí da foto, que é um legítimo 400, foi inteiramente desmontado no mais mínimo dos detalhes, decapado (raspada totalmente a pintura por dentro e por fora), feita funilaria completa, agora já está pintado com nova cor, um prata bem "moonshine"!!! Prá esse veículo aí, vou ter que fazer um tópico-reportagem, qualquer hora dessas...












Finalmente... Preto é A COR dos clássicos...!






Por hoje é só, agora vou rebocar a viatura para a garagem...!!!

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Francinesianas

"Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas nem nós mesmos somos capazes de entender o que se passa."

Fran Espontanea Bittencourt de Oliveira


















Essa é a FRAN!!!

Francine que escreve gostoso, idade entre 26 e 35 Bittencourt de Oliveira!!!




Gostei da frase porque me lembrou desse assunto que a gente acaba pouco falando, que é a Espontaneidade, prima da Naturalidade, irmã borralheira da Manipulação.

Pense bem.

Você às vezes se pega imaginando como seria bom reviver aquele determinado momento que foi espontâneo e natural?

Cultivar uma boa saudadezinha é como organizar o arquivo morto.

Tentar recriar um momento, estou aqui pensando com meus botões e zíperes, é manipular a natureza; é brincar de tubo de ensaio com os sentimentos dos seres que nos cercam.

Raciocínio dedutivo.

Eis que estava eu sentadinho na sala de recepção de algum consultório, abro uma revista de curiosidades e leio sobre o "fóton".

(calma, leitores, ainda vou chegar em algum lugar... eu divago mas não invento!!!)

Pois o fóton é luz, mas, para ser visto ele tem que reagir com as células ou átomos do nosso córtex; e como resultado dessa reação, ele instantaneamente deixa de "ser" fóton.



Para explicações mais científicas, cliquem aqui.

E, acabei achando o artigo a que me refiro, num jornal na net, quem quiser ver, clique aqui.



Aí me deu o estalo, "espontaneidade é como o fóton..."

Ou seja, quando a gente pensa que viu, babau! Já era...






E aí entra a beleza da frase da Francine, que eu roubei lá do blog dela e preguei aí em cima.






Quando a gente "pensa" que "encontrou" aquele elemento mágico que nos faz "querer" estar com uma pessoa, e finalmente a gente ESTÁ com uma pessoa, às vezes esse "feeling" é como o fóton.

A espontaneidade é consumida no processo.







Ou não!!!








Sei lá, se ninguém entendeu nada, me reportem, que aumentarei a doságe (ou conforme o caso, a voltáge)






Ué, não dá para colocar emoticon em blog???

Eitcha!!!

INFLUÊNCIA DA TELEVISÃO NA SOCIEDADE


Hoje fui entrevistado... uma jovem estudante de jornalismo me pede para escrever sobre este árrrduo tema...

Lá vai!












INFLUÊNCIA DA TELEVISÃO NA SOCIEDADE


Realmente, é difícil dizer algo "novo" ou "original" sobre este assunto.

Primeiro, porque é fato que a "televisão" é uma das criações tecnológicas do ser humano, que foi tão disseminada a ponto de ser conhecida de toda a humanidade.

E assim, virtualmente toda a população da terra pode emitir um conceito ou opinião sobre um "objeto" que todos possuem ou no mínimo conhecem.

Logo, esse "fato" já é uma das demonstrações de INFLUÊNCIA da televisão na sociedade e sobre a humanidade.

Ou seja, a televisão influi na sociedade, tanto que todos os seres humanos já tiveram contato com a televisão.

Mas, a televisão em sí, não é um conceito original.

A seu tempo, a revolução de Guttenberg, e a revolução de Marconi, trouxeram seus respectivos meios (o livro, o rádio) de disseminar entretenimento, cultura, educação, e por que não, propaganda, ideologias, enfim, comunicação de massa.

O mesmo se diga a respeito das indústrias fonográfica e cinematográfica, que hoje se reinventam através do CD, DVD, "Blue Ray", e tantas outras formas de conduzir as mesmas informações, lazer, material didático - e, claro, explícita ou implicitamente, também o marketing, o merchandising, e a ideologia, que pode inclusive, e em muitos caso é, colonialista.

Assim, o livro, o rádio, o cinema, os "discos de vinil", os filmes em celulóide, foram cada um a seu tempo, o que a televisão é hoje em dia.

Mas, claro, a Televisão tem uma agilidade muito maior, se comparada aos "meios" anteriores.

Então, voltamos à idéia básica, que é uma pergunta-afirmação-provocação, "a influência da televisão na sociedade".

A própria palavra "influência" induz imaginar que a "televisão" seria um ser mítico, super ou supra-natural, a "quem" nós todos nos referimos como se fora uma espécie de "entidade" com volição própria.

No entanto, a "televisão" é um objeto inanimado. As câmaras, os cenários, enfim, tudo que diz respeito à tecnologia, depende de seres humanos.

Logo, pensar que "a televisão" é que influi no ser humano ou na sociedade, é esquecer que fomos nós (humanidade) que criamos esse meio "de comunicação".

E somos "nós" que gerenciamos a televisão
em todos os seus aspectos. Seja como partícipes do processo, seja como "notícias", como "personagens", ou como meros espectadores.

Mas eu disse "meio de comunicação"?

Deveras, alguém pode comunicar através da televisão, mas, em geral a televisão não é usada para "se" comunicar.

Então, a palavra "influência", que nos lembra "sugestão", ou ainda, manipulação, é a que tende a ser imediatamente "lembrada" pelas pessoas, especialmente com nível de educação médio ou superior. A televisão então é retratada como meio de "conduzir" as massas, seja ao consumo, seja à submissão aos "poderosos".

Falar sobre as paranóias decorrentes da idéia de que a televisão teria como objetivo "principal" o de manipular as massas, TAMPOUCO é original, pois, uma breve busca no "Google" nos dará milhares de resultados, sobre milhares de opiniões cujas palavras serão um pouco diferentes, mas com conclusões assemelhadas, às vezes beirando as teorias da conspiração.

Aliás, a visão conspiratório-maniqueísta da televisão como instrumento de dominação das massas, já inspirou obras de largo alcance na literatura, isso quando a televisão mal tinha nascido, ou seja, em 1948. Tal é o que narra na distopia "1984" de George Orwell, ou, no igualmente cético, ainda que esperançoso "Fahrenheit 451" de Ray Bradbury.

Também é válido, embora igualmente sem originalidade, imaginar que a "internet" supere as idiossincrasias da "televisão". Ou, que a "internet" finalmente se una ao conceito do "celular", e torne a "conexão" entre todos os seres humanos, algo realmente "instantâneo", quase como se fosse o advento da paranormalidade em larga escala, onde as pessoas poderiam, quem sabe um dia (e parece que o dia está próximo) simplesmente "mentalizar" a comunicação com uma determinada pessoa, e, pelos impulsos neurais respectivos, o "chip" da comunicação celular-internet seria acionado e comunicação completada instantaneamente, como se as pessoas estivessem "presentes". Imagens holográficas completariam a sensação de teletransporte.

Um dia, num passado não tão distante, o "telégrafo" foi o precursor da internet, e aliás, a internet apenas reproduz os conceitos que foram criados com esse meio de comunicação.

Naquela ocasião, até uma "língua" foi criada (o código Morse) e hoje essa "língua" já não é mais "falada" em nenhum meio de comunicação regular, da mesma forma como a informática já criou "línguas" que hoje são tão "mortas", mas ainda "úteis", como o "morse" ou o "latim" ainda o são.

Enfim, opinar sobre "a influência", ou sobre "a televisão", ou ainda, sobre "a sociedade" em vista da "influência" da "televisão", é falar sobre a comunicação humana, desde que o ser pré-histórico gravou na pedra das cavernas o seu temor, o seu medo ancestral dos animais, dos fenômenos da natureza, dos inimigos naturais e até das lutas tribais, ou gravou por essa e outras formas, um registro de seu cotidiano - prática que se perpetua nos "blogs", que nada mais são que cavernas enormemente devassadas.

Minha opinião é pela neutralidade:

A Televisão, como todo meio criado pelo homem, se assemelha à bomba atômica, ao automóvel, ao avião, e a muitas outras criações que podem ser utilizadas para fins nobres, como pode ser degradada ou se colocar para fins degradantes.

Discutir a televisão, é discutir o ser humano.

E assim, minha opinião é de que não há nada de "original" para se falar sobre comunicação entre seres humanos, desde que Kohelet (Ecclesiastes) escreveu seu registro universal de desencanto.

A comunicação pode ser local ou universal, mas os seres humanos continuarão a se desentender ou se entender, na velocidade dos sinais de fumaça, ou dos terabytes trocados via satélite, e o episódio bíblico da torre de Babel estará se repetindo, seja em novas línguas, ou novos códigos, ou agora, protocolos de comunicação, "cookies" e outras "novidades" que ao fim e ao cabo, não são novidade alguma.

Ou, citando Andrew Lloyd Weber, na sua afirmação-provocação:


"...If you'd come today you would have reached a whole nation

Israel in 4bc had no mass communication" (*)




(* )

"Se você tivesse vindo hoje você teria alcançado toda uma nação

Israel em 4 antes de Cristo não tinha comunicação de massa"


da ópera-pop "Jesus Christ Superstar", récita de JUDAS



E eu então, como opinião-resposta-provocação, pergunto:


Faria alguma diferença?







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Agradecimento a Simone Lopes Ferraz, estudante de Jornalismo em Curitiba, pelo incentivo.